quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Século XIX

Cheguei em casa morto de fome. Deu tempo de ver umas cenas da novela (cara, Alinne Moraes é linda até na UTI com pescoceira) e jantar. Liguei o computador para fazer o TCC e quando vou lá fumar um cigarro rapidinho... Puf! Apagou a luz.

Por um primeiro momento senti que um ataque cardíaco se aproximava. Eu estou em TCC e me falta luz um dia antes de apresentar o projeto? Daí a luz fraca se apagou de vez, e quer saber? Foda-se. Eu vou terminar esse cigarro, depois a gente vê o que a gente faz.

Tá, a luz não voltou. Eu poderia ter surtado, eu poderia ter tido um ataque de nervos, eu poderia ter roubado, ter matado. Mas não, eu fiquei de boa. Sabe, não condiz mais ficar estressado, eu não tenho mais força pra isso, acho que esgotei meu estoque esse ano. Eu simplesmente desencanei. Quer dizer que Itaipu deu pane e parou 15 estados e mais o Uruguai? Ótimo! Eu não vejo desculpa melhor. Alguém vê?

As linhas de celulares ficaram um caos. Então não rolava ligar celular. O telefone aqui de casa é elétrico, ou seja, já era. Google e TV a cabo nem se fala. Então bora abrir a garrafa de vinho e chegar junto no sofá. Velas na mesa, vinho na taça e papo rolando. Eu estava em paz!

E o silêncio? A calma? O escuro? São Paulo finalmente calou a boca. Minha rua era um deserto mergulhado no escuro. Era como se meu apartamento de repente tivesse se transformado num sítio. Acabar a luz na sua rua é uma coisa. Acabar a luz numa metrópole de 16 milhões de pessoas é outra.

Decidi fazer um duet com meu irmão. Mas como meu teclado é elétrico e a gente não trabalha com piano, ficou inviável. Mas meu irmão sacou o violão e super rolou um luau na sala. Violão, velas e vinho. Que que eu tinha de obrigação pra fazer mesmo? Ah, deixa pra lá...

Hora do banho. Eu precisava de um banho, mas não queria água gelada. Foi aí que me lembrei da banheira aqui de casa. Pô, a gente tem banheira! Então enchi ela de água, fui lá na cozinha e esquentei 2 panelões de água quente. Joguei em cima e ficou morninha. Daí foi só levar umas 3 velas pro banheiro e tomar aquele banho onde só faltou Maria Fernanda Cândido junto comigo. Tudo bem, a taça de vinho estava cheia, pelo menos.

A casa estava leve. Não havia um pingo de energia elétrica. Dava pra ouvir os barulhinhos mais mínimos. Dava pra ouvir o silêncio. Acho que tive uma das melhores noites de sono de 2009. Simplesmente a escuridão e a tranquilidade. Desde os tempos de PCC atacando Sampa eu não via essa cidade de matraca fechada.

Faz de novo, Itaipu?

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Brasileiro é um povo hipócrita.


O Brasil é um país engraçado.

Todo país carrega um certo rótulo. A Itália é de que todos comem espaghetti, a França é de que todos são arrogantes, os americanos, estúpidos. São estigmas que tem uma certa verdade, mas não podemos ser pejorativos. Há outras comidas na Itália, há franceses simpáticos e existem americanos brilhantes, e o Brasil?

O Brasil é o país da sexualidade. Desde o início vendemos a imagem da nossa exuberância. O carnaval, a dança, as mulheres. Esse é o nosso estigma, gostemos disso ou não. E aliás, não estaremos mentindo, o Brasil é sim um país mais, digamos... sensual.

Nossa festa mais conhecida e divulgada é o Carnaval. Mulheres esculturais dançam nuas, pintadas à mão. Convenhamos, o brasileiro é erotizado. A gente é leve e solto. Vamos à praia, tiramos a camiseta no calor, fazemos piadinhas de duplo sentido e temos a fama de bons de cama lá fora. Com a gente não tem meias palavras. Somos conhecidos por derreter corações. Quem resiste à nossa mistura, ao nosso jeito carismático, à nossa liberdade?

A mulher mais linda do mundo é nossa. Já desfilou de biquínis pelo mundo inteiro. A nossa música mais conhecida é sobre uma tal garota de corpo dourado que anda num doce balanço a caminho do mar, nossa musa hollywoodiana exalava sensualidade para os padrões da época carregando até bananas na cabeça.

Nossa televisão exporta mulheres de todo o tipo: Loiras, morenas, negras. Nossa modelo faz sexo na praia e o mundo inteiro assiste, nossas músicas são repletas de erotismo, onde agora tem mulher que se diz fruta e vai rebolando sem calcinha. Coitada da mulher de bananas na cabeça, para ser sensual não precisava de tanto.

Só a playboy nesse ano publicou 2 ensaios com uma mulher que se chama de Melancia. Atrai milhões de fãs. A música que virou hit nesse ano era cantada Você não vale nada mas eu gosto de você, era de uma personagem toda gostosona, que vivia de minissaia e sutiã aparecendo para os homens. Virou um ícone.

Teve até garota de programa que escreveu livro. De tanto sucesso, vai virar filme e até querem uma peça de teatro. Sexo nesse país é cultura. É algo que vende rápido. Brasileiro adora sexo, e o mercado comprova. Tem atriz da Globo que foi até fazer pornô.

Temos uma cantora baiana que é toda linda e só faz shows de shortinhos e minissaias. O axé e o Funk são danças que exigem roupas mínimas. Pero Vaz de Caminha escreveu quando chegou aqui que nossos nativos "não escondiam suas vergonhas". Se Pero Vaz de Caminha estivesse vivo, poderia escrever a carta de novo, igualzinho. A gente é mesmo desavergonhado. Os famosos biquínis brasileiros deixariam qualquer européia branquela vermelha de vergonha. E pra gente, é tudo muito normal.

Duvida? Faça o teste. Vai no google imagens e digite Brasil. Viu as imagens? Agora é só mudar para Brazilian, como dizem lá fora. Aí é só comparar a diferença.

Agora, com tudo isso que temos, uma garota usando um mini vestido foi humilhada, xingada e expulsa de uma faculdade. Alguém me explica o porquê?

domingo, 8 de novembro de 2009

Enade 2009 - Eu fui!


Então já que era obrigatório fazer a prova do Enade, lá estava eu, acordando domingão às 09 da manhã. Fui pra faculdade, porque olhem como a minha faculdade é a melhor do mundo, eles alugaram mini-onibus para os alunos irem até o local da prova. Não é sensacional? Fui sentadinho no ar condicionado sem preocupações.

Daí que o onibus liga e vamos todos para onde Judas perdeu as botas o bairro da Penha. Durante o trajeto, eu fiz o que sei fazer de melhor: Amizade. O onibus estacionou na Penha e eu e a galera descendo. Todo mundo olhando. Tipo, quem vem de onibus alugado fazer o Enade? Nós aqui, FAAP. Prazer.

Chegamos cedo. E já começou o reconhecimento de local. Que que a gente vai fazer até a prova começar? Tínhamos uma hora. Eu então sugeri a melhor idéia: Todo mundo pro buteco! Porque né? Domingão tava aí. Colamo lá no buteco e mandamo ver na cerveja e no pastel.

Volto pra escola e entro na minha sala. Na lousa estava escrito em letras gigantes "A PROVA COMEÇARÁ. FAÇAM SILÊNCIO!". Me sentei na carteira, e lembrei que a última vez que eu sentei numa sala de aula de colégio foi há muitos anos. Uma experiência surreal! Era como se fosse meu primeiro dia de aula. Me levantei para ir ao banheiro, já que a prova nem tinha começado, e a tia já botou a mão na minha frente.

- Mocinho! Quem entra na sala não sai mais. Não pode ir ao banheiro.

Quê? Tava tirando né? Eu olhei pra psôra e só falei o seguinte: No meu tempo, eu teria levantado esse seu braço e teria dito "Eu vou e quero ver quem vai me impedir". Hoje eu sou educado e pergunto se, por favor, eu poderia ir beber uma água. Dá pra colaborar?

Não, não dava pra colaborar. Eu fui obrigado a sentar novamente e me lembrei de todas as maneiras de infernizar um professor, mas eu precisava pegar meu diploma e não botaria tudo a perder. Meu, essa sensação de voltar ao colegial foi terrível. Alguém me colocou de volta no Colégio Nossa Senhora de Lourdes e não me avisaram? Só me faltava ser prova de química. Ou me mandarem mais uma advertência porque eu tinha dificuldade em calar a boca.

Daí que um celular tocou e pasmem, o ringtone da menina era de sinal de ICQ. Aquele "ó - óu" clássico. Agora era oficial, eu tinha voltado para o ano de 2001. Comecei a lamber os dentes pensando que meu aparelho surgiria a qualquer momento e meu cabelo começasse a criar um topete ridículo, ou que alguém chegaria ouvindo no Disk-Man alguma música do Falamansa. Graças a Deus, eu voltei a realidade.

A prova chegou, eu mandei bala, e em uma hora depois eu saí. Nem quero comentar a prova. Desnecessária em todos os sentidos. Volto pro onibus da alegria, onde todos já estavam reunidos, faltava 15 minutos pra sair. O que fazer em 15 minutos? Claro, alguém foi lá comprar cerveja.

E durante a volta, o onibus virou um Party Bus. Alunos estressados do TCC de diversos cursos se uniram em prol da gelada. O trajeto todo eram só gargalhadas e cerveja. Voltei querendo que o onibus continuasse a dar mais voltas por São Paulo. Descobri que o mais importante dessa vida é localizar quem está no mesmo barco, ou o mesmo onibus. E que se você tá de saco cheio desse ano, não está sozinho. Abre logo essa skol e vamos brindar !

E se o Enade quiser me chamar em 2010. Estamos aí!

sábado, 7 de novembro de 2009

Just do it.


Quando entrei na faculdade, eu não queria ser como aquelas pessoas. A FAAP era uma faculdade de playboys e filhinhos de papai, ao meu ver. Todos ostentavam marcas, jeans bem cortados, meninas impecavelmente vestidas e garotos com camisetas bacanas. Prestes a me formar, me olhando no espelho, eu vi que tenho um carimbo na testa: FAAP. Prazer, formando de comunicação 2009.

Playboys, patricinhas, manos, hip hops, ripongas, comunistas, desleixados e moderninhos. Não importa a sua tribo, estamos calcados no mesmo cimento. Puro consumismo. Você tem uma camiseta escrito "Fuck the Fashion"? Ela era febre em todas as passarelas. No mesmo ano em que Gisele desfilou com um biquíni estampado de Che Guevara. Sacou a idéia central?

Daí que meu irmão caçula estava revoltado dizendo que ele não era boyzinho porra nenhuma. Imagina, um garoto com moleton Abercrombie e tênis Adidas, um playboy? Mas que absurdo! Quem disse tal barbaridade? Eu disse que playboy todos somos, e era muito mais fácil aceitar. Mas ele negou até a morte.

Eu sou da teoria de Rousseau. O homem é produto de seu meio. Se eu fizesse faculdade de filosofia na USP, eu seria um rapaz de cabelos desgrenhados usando camisetas tingidas à mão. Não chega nem a ser intencional, quando você vê, já é.

Quando eu morei em Nova York (filhinho de papai, eu?) eu percebia que os homens se vestiam muito bem por lá. Eles faziam a barra da calça. Eu, no auge dos meus 21 anos, fui aprender a usar calça bem cortada, mandando fazer barra. Foi o fim das barras empapadas no tênis. Aprendi que pólos com jeans ficam ótimas, tênis e cintos também. Adotei um estilo. Não inovei em nada e tampouco fui original. E você aí que acabou de comprar uma bermuda larga e uma camiseta qualquer porque é um "desleixado que não liga pra nada", está na mesma praia que eu. Desculpa informar a realidade.


Todos nós buscamos aceitação social mais do que nunca. Vivemos a era do eu! Eu posso, eu quero, eu faço. Meninos do tráfico vendem drogas para comprar um simples tênis de mola. Garotos roubam tênis importado e celular dos outros. Todos querem o mesmo. Não me venha me chamar de materialista, em menor ou maior escala, todos somos. Eu, com a minha camiseta Mandi, você, com sua bermuda Rip Curl. Nos nossos grupinhos e meios diferentes, queremos simplesmente fazer a mesma e igual impressão.

Antigamente eu me culpava por isso. Me achava um babacão por querer tal calça, tal tênis ou tal camiseta. Até perceber que o meu sentimento era o mesmo de todos. Pouco importa a marca, a etiqueta ou o visual. É o mesmo! É o maloqueiro que ofende o playboy e vai comprar a imitação na 25. É o playboy que ofende o maloqueiro e vai comprar o último lançamento da bermuda tendência "maloqueiro". Somos todos macacos, sentados no rabo e dançando a mesma música.

Antigamente, me chamassem de filhinho de papai ou de boyzinho eu daria um soco. Passado um tempo, aceitei minha condição. Eu gosto do que compro. Não é questão de ostentar, é questão de vestir-se igual ao meio que você frequenta. É muito simples. Somos produtos do meio. Engravatos no escritório e descolados nos fins de semana. Muda a marca, muda a etiqueta, muda o visual, mas não muda o mais por baixo do panos, o mesmo desejo de cada um.

Poderia dizer até que somos todos farinhas do mesmo saco, até perceber que nesse caso, a farinha é a mesma. Só o saco que nos envolve é diferente. Pode ir lá se gabar do seu novo e único rótulo, mas não se decepcione ao abrir o pacote e descobrir que o produto é o mesmo.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Relógio de nossas vidas


Absolutamente sem comentários para uma foto como esta. Genial!

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Saudade de ser homem.

Vou desabafar aqui, que nem menininha, que é o que tá parecendo mesmo. Tô com saudade de ser homem. Não, não virei viado. Tá tudo em ordem, sabe o que anda fazendo falta? Meus amigos. Os homens.

Porra, cadê essa viadada? Tá, já faz um tempo que eu não ando saindo muito porque é muito trabalho e muito TCC de fim de semana, eu tenho bastante amigos, quando saio, saio com o máximo possível. Amigas que namoram caras que hoje são meus amigos. Adoro todos, mas cadê aqueles amigos? Os outros? Sim, fazem falta também.

Meu melhor amigo casou. Tá, eu tô muito feliz por ele e quero que ele continue junto da namorada dele, que é a melhor mulher do mundo. E já passei da fase de culpar namoradas de amigos, já passei dos 18. Mas agora ele vive em casal, com responsabilidade de casa. Adoro a vida que ele leva e torço, mas né? Saudades dos whiskyes.

Meus outros amigos, não menos importantes, tão aí. Um namorando e nem notícia. O outro solteiro está em depressão por causa da ex. Quando liga, já tá bêbado. Porra galera, cadê a putaria? Cadê as bebedeiras até o chão? Cadê as viagens? As baladas pra pegar mulher? Cadê o HAVING FUN? Todo mundo entrou nos 30 anos e não me avisaram?

Eu também me sinto com 30 anos as vezes. É trabalhar, aí chegar em casa, tomar um banho, ler um livro e dormir. Aí acorda, vai pro trabalho, faz trabalho da faculdade no trabalho, faz trabalho da faculdade na faculdade, vai pra casa, dorme de novo e repete tudo no dia seguinte. Mas daqui a pouco tudo isso acaba.

Sei lá. Acho que anda todo mundo cada um na sua. Eu sei que todos nós crescemos juntos e ganhamos responsabilidade juntos. Mas as vezes eu tenho vontade de por uma noite voltar aos velhos tempos. Sair em um monte de fotos queima filmes, pegar um monte de baranga, dormir vomitado e acordar rindo no dia seguinte. Afinal de contas, você está com seus melhores amigos.

Saudade de dar aquela acelerada no carro de leve, de fazer merda, de ligar bêbado pra mãe e dizer que não vai dormir em casa, de sair em São Paulo e acordar na praia. Tudo isso que já fizemos! Até mesmo de ficar programando viagens malucas pela Europa que nunca aconteceram, não juntamos nem 1 real pra isso, gastando tudo em vodka. Mesmo assim, dá saudade.

Esse fim de semana vou ligar. Chamar todo mundo de viado e dar uma de amigo chato. Cansei! Quero todo mundo bêbado ao meu redor jogando truco. Eles sabem que eu nunca aprendi a jogar truco, e vão me ensinar de novo pela 15a vez. Como sempre fizeram! Vamos comer um cheeseburguer vagabundo e dar um rolê. Dane-se que só andei tomando vinhos caros nos últimos dias. Dane-se o meu bom gosto adquirido e dane-se a estrelinha que eu tenho na testa por bom comportamento.

Se você está lendo fica avisado, eu vou ligar!

Let´s think about it.

Sempre tive um pouco de preguiça do Canadá. É muito.... Canadá, sabe? Sempre achei os Estados Unidos super mais legal, até morar lá e descobrir que tá, é legal, mas Estados Unidos é muito saturado, muito cheio, muito megalomaníaco. E o Canadá lá, quieto, sonso, e meu, quem é famoso no Canadá? Existe alguém? Ah tá, a Avril Lavigne é Canadense. Vou bocejar 5 vezes e volto mais tarde.

Voltando. Daí que faz um tempo que o Canadá começou a chamar a minha atenção, exatamente por tudo o que ele tem. É um país gigante, uma economia mais que sólida, que sentiu essa crise toda bem de leve, como um sopro. É um dos países com melhores índices de vida do planeta, melhor sistema de saúde do mundo e mais mil ítens pra admirar.

Hoje rolou na faculdade uma palestra sobre estudar e trabalhar no Canadá. O trabalho que eles oferecem é dentro da sua área de formação, logo, não é nada de ficar limpando balcão ou trabalhando de camareiro de hotel. Aliás, o Canadá nem quer esse tipo de coisa, ele já oferece trabalho bom pra mão de obra qualificada, porque eles precisam. Eles oferecem visto, oportunidades, estabilidade, tudo isso sem muito stress.

Sendo um país com 55% da população imigrante e com baixíssimos índices de imigração ilegal, é de se considerar. Eu avaliei alguns custos e benefícios e de repente poderia sim ser possível realizar uma pós-graduação em Vancouver, estudar por alguns meses e batalhar por um cantinho. O Canadá é cheio de cantinhos pra chamar de seu. E são cantinhos que aqui no Brasil representam hectares. Ou seja, qualidade de vida.

O Canadá na verdade, vem chamando a minha atenção já faz tempo. Porque ele é de certa forma, um Estados Unidos mais elevado. É um Estados Unidos com ritmo europeu. Aliás, o Canadá é europeu até na língua, sendo um país bilíngue. Francês e Inglês vivem simultaneamente. Porque não?

Porque não vender meu carro, pegar minha poupança e ir viver a vida? Porque não tentar? O processo exige preparo. É necessário uma avaliação de currículo, inglês fluente, essas coisas. Bom, eu não fiz qualquer faculdade. Já tive negócio próprio e já passei por 2 empresas de comunicação (pequenas, mas ganhei experiência). Além de tudo tenho inglês fluente no meu currículo, com estudos no exterior. Falta só o francês básico, que está em alta consideração para o primeiro mês de 2010.

Pensando com calma e planejamento, só do meio do ano que vem pro fim. Ou, no mais tardar, início de 2011. Mas já comecei a considerar meu primeiro semestre desse ano que chega para fazer planejamentos. Talvez Julho mesmo. Como pra mim tudo é interrogação, nem sei meu dia de amanhã. Mas tá aí, já tenho um belo de um planejamento a traçar e uma meta a cumprir.

Vamos ver o que Vancouver poderá oferecer.